Nossos destinos provavelmente seguirão caminhos diferentes, porque é assim que acontece com grande parte das pessoas que conhecemos quando somos jovens. Pode ser que eu nem te veja mais amanhã, que você não responda essa mensagem de agora a pouco e que nos tornemos estranhos daqui a três meses ou, talvez, três anos.
É muito provável que a gente não viva metade do que pretendíamos (ou eu pretendia, pelo menos); as viagens não serão feitas, os presentes não serão dados, os pedidos nunca virão e, por isso, nunca serão aceitos. Mas, agora, já não me incomodo em saber que começamos com um prazo de validade, tudo na vida é assim, não é?
Talvez, eu não sinta tudo que eu sinto por você por mais ninguém. Talvez, eu sinta muitas outras coisas que eu nunca senti por você. Não sei qual alternativa me assusta mais.
Nosso prazo urge; o fim está próximo, mas o que eu posso fazer se toda fez que fecho os olhos vejo que somos infinitos?
Nenhum comentário:
Postar um comentário