Nos últimos tempo fiz uso dessa premissa pessoal, movimentei hábitos e costumes. Mudei.
Seja para o bem ou para o mal, movi-me. Tarefa árdua a ser feita quando estamos tão cheios de indecisões que paralisam o corpo e a mente.
Livrei-me das amarras que me prendiam e segui, movendo. Talvez movimentos não tão graciosos quanto esperava, mas mesmo assim movimentos. Em meio a tantas transições e passagens me vi perdida, de que adiantar mudar se não se sabe pra onde ir? Se não se sabe onde está?
Eu não sabia. E, acho que, ainda não sei.
Por essas e outras, percebo que o mais importante de todos os movimentos seja o retorno. A volta muitas vezes é a única maneira de conseguir seguir em frente, pelo menos na minha trajetória foi.
Precisei voltar para o lugar que me formou para (re)lembrar que existem coisas que nunca mudam, e que bom que não mudam!
Portanto, deixo aqui um adendo a premissa que me guiou por tanto tempo: a vida é feita de movimento, mas esse movimento só existe porque algumas coisas continuam como sempre foram.
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